Novidades de Março de 2014

As novidades de Março de 2014 são as seguintes:

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Divulgação: Moules & CO começa a Primavera com Workshops e Happy Hours

Nota de imprensa

Moules & CO, foi uma das grandes novidades de 2013.

Das ementas fazem parte os mexilhões sempre frescos e oriundos do Algarve e de Espanha, que concorrem em protagonismo com a variada oferta de Gins e Cervejas das suas duas casas; o Moules & Gin em Cascais e o Moules & Beer em Lisboa que continuam a conquistar os apaixonados desta iguaria.

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Com o Sangue na Guelra

Pensava eu uns dias depois de ter ido à apresentação à imprensa do Sangue na Guelra 2014: Vou deixar passar uns dias e falo sobre isto somente uma semana antes do evento. Como o tuga deixa tudo para a última, se falar disto agora toda a gente vai pensar que ainda tem muito tempo para fazer a reserva e acaba por deixar passar...

Enganei-me... Desde há uns dias atrás que os jantares do Sangue na Guelra estão esgotados... Resta-me falar um bocadinho sobre esta iniciativa numa perspectiva voyeurista porque para ir aos jantares só pró ano... Mas afinal de contas acerca do quê é que eu estou pr'áqui a divagar?

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Divulgação: Adegga WineMarket chega ao Porto

Nota de imprensa

No dia 5 de Abril, no Porto Palácio Hotel, a Invicta irá receber pela primeira vez o Porto WineMarket, evento de referência no sector dos vinhos organizado pelo Adegga.com. O evento vai contar com a presença de 40 produtores que irão disponibilizar mais de 300 vinhos para prova, com a vantagem de poderem ser adquiridos a preços abaixo dos praticados no mercado. Outra das novidades deste evento reside na utilização do premiado sistema SmartWineGlass, tecnologia pioneira em eventos de vinho, que permite ao consumidor receber no seu e-mail todas as informações sobre os vinhos que provou durante o evento (preços e locais de compra). A cidade do Porto entra, assim, no mapa do Adegga WineMarket, que atualmente se realiza em Lisboa e Bruxelas, e que muito brevemente irá também levar os vinhos portugueses a provas a Copenhaga.

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Eventos de Abril de 2014

Os eventos agendados para Abril de 2014 são os seguintes:

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Divulgação: Vestigius Top Wines 2014

Nota de imprensa

O wine bar Vestigius apresenta o Vestigius Top Wines, uma iniciativa que visa homenagear e distinguir os vinhos portugueses, e que conta com a honrosa presença de dois membros do Court of Masters Sommeliers.

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Loios Branco 2013

A Primavera chegou e apesar de se ter logo escondido, estamos todos já a pensar no sol e cada fim de semana trás uma nova expetativa de podermos ir para uma esplanada apanhar um pouco de sol com se fossemos lagartos enregelados. Com a Primavera estão a chegar os brancos de Verão da colheita de 2013, que deveriam ser frescos, descomprometidos e a pedir esplanada para se beberem sozinhos por gulodice ou acompanhados com peixes e mariscos frescos.

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Divulgação: Wine In Tube - Vinho da Lavradores de Feitoria em embalagem inovadora

Nota de imprensa

Vinho engarrafado num formato inovador? Sim, é essa a proposta da Lavradores de Feitoria. A produtora de vinhos duriense foi a primeira a aceitar o desafio da empresa portuguesa Wine Spiritus: engarrafar vinhos premium em tubos de vidro de 60 ml. Wine In Tube (WIT) é o nome comercial desta embalagem, que chegou a Portugal em Junho de 2013.

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Da Cozinha dos Lobos

Como tanta coisa na minha vida que se passou pelo Papagaio foi lá uma da minhas primeiras vezes que ouvi falar do Solar dos Lobos há uns anos atrás. O Zé tinha lá um caixa de Solar dos Lobos e como eu até me tinha apercebido recentemente da marca nas grandes superfícies fiquei com curiosidade. Mas se o vinho estava no Papagaio até não era para ali o vender. Há uns tempos atrás, o Zé, tinha conhecido a marca numa Ovibeja e tinha gostado tanto do vinho que tentava ter sempre umas garrafas para consumo próprio. Nessa altura a marca Solar dos Lobos começou a aparecer nas grandes superfícies e marcou a diferença em 2010 ao lançar sob a marca Le Loup Noir um bag-in-box de 2l numa embalagem mais apelativa do que habitual neste formato e com um vinho com um nível qualitativo acima do que é habitual para esta embalagem.

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Divulgação: Restaurante da Herdade da Barrosinha reabriu com oferta dedicada à caça

Nota de imprensa

Integrado numa Herdade situada em Alcácer do Sal, com mais de meio século de existência, o restaurante da Barrosinha reabriu recentemente ao público.

Com uma cozinha que privilegia os produtos frescos e típicos da região, alguns dos quais cultivados na propriedade, denota-se na gastronomia desta casa uma predileção para as iguarias alentejanas e as peças de caça, ou não estivesse o restaurante inserido numa importante Zona de Caça Turística.

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Velhos são os trapos

aqui falei disto e como já devem ter reparado que gosto de vinhos com estágios mais longos e é sempre com espectativa que abro garrafas de vinhos mais antigos. Incomoda-me que sejam colocados no mercado vinhos demasiado jovens, muitos deles que nunca chegam realizar o seu verdadeiro potencial. O que é certo é que a maioria dos consumidores prefere vinhos jovens, exuberantes e cheios de fruta. Isso faz com que os produtores acabem por colocar os seus vinhos cada vez mais cedo no mercado pois isso até lhes convém por questões financeiras e se não o fizerem correm o risco de não conseguirem colocar os vinhos no mercado devido a falta de recetividade dos consumidores a esses vinhos com um estágio mais longo. E entramos num círculo vicioso ficando o consumidor cada vez mais habituado a vinhos novos…

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Divulgação: Quinta Nova distinguida nos Wine Tourism Awards da Drinks International

Nota de imprensa

Aberto em 2005, a Quinta Nova N. S. Carmo recebe, no final do 8º ano de vida e a celebrar os seus 250 anos de existência, o 8º prémio atribuído ao seu projecto de enoturismo. Acaba de receber a distinção de Altamente Recomendada na categoria de Melhor Centro Vínico pela revista inglesa Drinks International, no seu concurso anual dos Wine Tourism Awards.

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Divulgação: Vinhos Van Zeller exaltam menu de lampreia no Egoísta

Nota de imprensa

O restaurante Egoísta apresenta mais um jantar que une a inovação à tradição, à volta de uma das maiores especialidades desta época: a lampreia. No próximo dia 21 de março, primeiro dia de primavera, o chefe Hermínio Costa propõe um menu que ambiciona agradar a quem gosta e a quem não gosta de lampreia.

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Domingos Soares Franco Colecção Privada Espumante Moscatel Roxo 2012

A primeira vez que ouvi falar deste espumante foi na prova de moscatéis do Peixe em Lisboa que realizei no ano passado. Durante a prova o Domingos revelou que tinha decidido fazer mais uma experiência com esta casta emblemática da região de Setúbal desta vez por via de um espumante. Tendo em conta os ótimos resultados que têm sido obtidos com o Domingos Soares Franco Colecção Privada Moscatel Roxo Rosé fiquei imediatamente com a curiosidade desperta para o provar assim que tivesse disponível. Domingos até mencionou que queria tê-lo trazido para o Peixe em Lisboa e apresenta-lo ao mundo mas isso não tinha sido possível. Vim a saber mais tarde que a segunda fermentação levou mais tempo do que seria de esperar.

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Divulgação: APTECE promove Gastronomia na BTL 2014

Nota de imprensa

A Associação Portuguesa de Turismo de Culinária e Economia (APTECE) vai promover os saberes e os sabores de Portugal, através da Gastronomia, na BTL 2014, que decorre de 12 a 16 de Março. O espaço de 144 m2 da APTECE irá contar com acções de showcooking e degustação, assim como a partilha de histórias, sabores, truques e ciências, que se pretendem recuperar.

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JP Rosé 2012

Há coisas no mercado dos vinhos que eu não consigo perceber e este JP Rosé é uma destas singularidades que desafia toda a minha compreensão. A primeira vez que o provei foi há cerca de um ano e meio atrás no Mercado do Sabores do Continente. Seria na altura a edição de 2011. Revelou-se uma surpresa e fiquei com curiosidade em voltar provar com mais calma. Pensando que seria fácil de encontrar rejeitei a oferta do promotor de comprar logo ali umas garrafas. Sendo uma marca amplamente presente nas grandes superfícies e de baixo preço achei que o encontraria em qualquer supermercado.

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Divulgação: Estremus - A nova marca de João Portugal Ramos brilha nos Estados Unidos

Nota de imprensa

O crítico Mark Squires, da prestigiada revista The Wine Advocate voltou a destacar os vinhos de João Portugal Ramos, especialmente a nova marca Estremus que atingiu 94 pontos!

Como refere o crítico, João Portugal Ramos Estremus 2011 é um vinho com 50% de Alicante Bouschet e 50% Trincadeira, duas variedades de uvas características da região que podem projectar muita personalidade a um vinho. Estremus provêm de uma pequena parcela de vinha, São Lazaro, junto ao Castelo de Estremoz, com solo de mármore. Foi envelhecido em barricas novas de carvalho francês durante 12 meses. (..) É um vinho complexo, bem equilibrado e com uma excelente estrutura.

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Avenida da Marlene

Já há algum tempo que ouvia falar da chef Marlene Viera e tinha curiosidade de experimentar o seu trabalho. Oriunda da Maia tem já uma carreira longa tendo trabalhado no Porto (Degusto e Sheraton) e em Nova York (Alfama). Mais recentemente foi sub-chefe no Manifesto de Luís Baena e finalista do concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 2011. Nestes entretantos também passou pela Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa com a qual penso que ainda colabora como formadora. Em meados de 2012 abriu o Avenue em plena Avenida da Liberdade e desde a abertura que o que se ia ouvindo levava a convidar à visita.

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Acabei por lá ir em mais uma etapa da tradição bi-anual que eu e a Ana temos nas datas dos nossos aniversários. Confesso que não foi a primeira escolha mas esta coisa de os hotéis escolherem a primeira quinzena de Janeiro para fecharem ou reduzirem o serviço para fazerem manutenção já quase me tinha estragado um jantar de aniversário e desta vez tornou impossível a primeira escolha. Assim acabei por escolher a Avenida para almoçar no meu dia de anos.


Apesar de a entrada não se destacar muito do resto das lojas e hotéis da Avenida da Liberdade é uma surpresa quando subimos as escadas e nos apercebemos da vista privilegiada sobre a Avenida que o Avenue tem. A primeira fila de mesas junto à janela é definitivamente um local de eleição para comer. Qualquer urbano-depressivo como eu se deixará seduzir pelo ir e vir do carros no Boulevard da Liberdade. Fico na dúvida se o Avenue é restaurante de almoço ou de jantar... Por agora parece-me que a luz do dia, mesmo de inverno, beneficia a panorâmica mas continuo na dúvida.


Começamos com os Peixinhos da Horta com Maionese de Coentrada, uma assinatura da casa que imediatamente marca o conceito do Avenue, referencias do receituário tradicional português vestidas com novas roupagens. Peixinhos da Horta ainda quentes que pareciam ter replicado uma viagem que fizeram à séculos atrás. Se os levámos para o Japão, no Japão foram aperfeiçoados pela paciência e rigor japonês e foram feitos tempura. Agora nestes peixinhos da horta pareceu-me reconhecer alguma da leveza e crocante do polme fruto dessa paciência e rigor japonês.


Continuamos com a Farinheira e o Ovo é cá do Povo em que o ovo é escalfado e acompanhado por um crumble de farinheira e folhas do campo. Um prato simples e bem conseguido em termos de sabor mas a expectativa que tinha era que a farinheira estivesse crocante coisa que não acontecia. Esse pormenor acabou por não comprometer o prato mas baixou ligeiramente as minhas expectativas.


Aqui a Ana pediu uma alteração ao menu para que o prato de peixe fosse um dos pratos de espadarte da carta. Foi-lhe servido então o Espadarte Rosa com Risotto de Algas. Muito bem conseguido com o peixe no ponto e muito bem trabalhado e o risotto cremoso e irrepreenssível. Talvez se dispensasse esta deriva da matriz portuguesa para o risotto mas a qualidade do prato fazia esquecer fervores nacionalistas.


Eu mantive-se na rota programada do menu de degustação e segui com o Ensaio de Bacalhau à Brás. Aqui o bacalhau vinha em posta e era acompanhado de maneira a nos fazer recordar os sabores e texturas do bacalhau à brás. O bacalhau, provavelmente confitado em azeite, estava no ponto (e quem me lê sabe que isto não é algo que diga levianamente) e estava muito bem conseguida a referencia ao bacalhau ao brás. No geral apenas achei que precisava os sabores fossem um pouco mais intensos como um todo. Foi um prato que esteve sempre a sorrir para mim mas senti falta de umas sonoras gargalhadas.


Chegamos assim ao Leitão da Bairrada (que) ninguém esquece... e bem merece em que tínhamos o leitão assado, puré de maçã reineta e caril, molho de cabidela e chips de tubérculos. Há que fazer referencia ao empratamento, um dos mais bonitos empratamentos que vi nos últimos tempos e no que diz respeito a pratos de carne não me estou a lembrar de nenhum melhor que este. Muito bem conseguida a referencias à laranja que costuma acompanhar o leitão por via da fina rodela de laranja desidratada e às batatas fritas às rodelas por via das chips de batata doce e acho que havia por ali mandioca também. Fiquei na dúvida se o caril seria mesmo necessário embora ligasse bem com o puré de maça reineta que cumpria bem a função de contrabalançar a gordura do leitão por via de alguma doçura. A minha peça de leitão tinha, para o meu paladar, um pouco mais de sal do que gostaria sem que isso no entanto fosse comprometedor para o prato.


Terminada a fase salgada da refeição continuamos com uma pré-sobremesa, o Gelado de Manjericão. Esta baralhou-me um bocadinho pois fiquei na dúvida da verdadeira intenção. As pré-sobremesas funcionam habitualmente como limpa-palato de maneira a fazer uma espécie reset à nossa boca após pratos mais intensos em termos de sabor que poderiam contaminar os sabores da sobremesa. Os gelados à base água (sorvetes, sorbets,...) habitualmente cumprem muito bem esta função e este gelado de majericão fazia-o muito bem não deixando de mostrar alguma personalidade dada pelo manjericão. Já o pralinê (acho que seria pralinê de amendoa) que o acompanhava apesar de estar agradavelmente crocante e que ligar muito bem com o gelado não me pareceu que funcionasse como limpa-palato. Assim pareceu-me uma pré-sobremesa extremamente bem conseguida e de uma aparente simplicidade quase atroz mas fiquei na dúvida se conseguia cumprir completamente a função de limpa-palato. Como o pralinê também fazia parte da sobremesa que se seguiria talvez a ideia passasse por estabelecer já aqui uma ligação com o que estava para vir.


Terminamos com O Nosso Pastel de Nata que nos trazia um gelado de pastel de nata, espuma de canela e pralinê de amêndoa. Se por um lado eu ando a começar a ficar um pouco farto destas desconstruções de sobremesas clássicas tenho de dar a mão à palmatória e concordar que esta sobremesa estava muito bem conseguida e extraordinariamente boa. A nata em forma de gelado servia de ancora a um conjunto que conseguia evocar na perfeição o Pastel de Nata tanto em sabor como em textura. Mesmo os intrusos morangos acabavam por se integrar com naturalidade no conjunto. Conseguiu bater, na minha opinião, a desconstrução de Pastel de Nata que tínhamos provado precisamente à um ano atrás no Belcanto.


Há uma matriz que está presente quase de inicio ao fim neste menu e no resto da carta do Avenue: pratos evocativos de clássicos da gastronomia portuguesa que na carta quebram a resistência mesmo dos mais conservadores. A chef Marlene Vieira depois troca-nos as voltas e veste estes pratos em novas roupagens sem no entanto os atraiçoar e parece-me que pode ser capaz conseguir convencer mesmo os mais ferozes tradicionalistas. Gostei dos nomes dos pratos, simples, curtos, brincalhões e às vezes divertidamente enganadores. Fogem a uma tendência hiperrealista muito em voga em que se toma a descrição ou mesmo a receita como nome do prato. Há por ali uns pormenores a corrigir mas que acabam por não comprometer. De momento não luta com a primeira linha dos restaurantes de Lisboa porque pratica preços diferentes, por usar produtos portugueses de grande qualidade mas sem grandes luxos e finalmente devido à matriz mais evocativa da tradição e mais conservadora que parece pretender seguir. Tudo isto acaba por fazer com que tenha uma relação qualidade-preço difícil de bater. Agora depois de lá ter ido o que eu não consigo perceber é o nome... Se a ideia fosse fazer deste espaço um bitrô ou uma brasserie com cozinha tradicional francesa até se percebia, mas com a matriz portuguesa que têm, é como se a Avenida da Liberdade tivesse de falar francês para poder aspirar a uma espécie cosmopolitismo serôdio. Ficava-lhe bem melhor Avenida.

Cozinha para todos - www.wook.pt

Divulgação: Carvalhas Tinta Francisca 2011 - Novidade da Real Companhia Velha

Nota de imprensa

Carvalhas é o nome da quinta mais emblemática – situada na encosta da margem esquerda do rio Douro em frente ao Pinhão – da Real Companhia Velha e, por isso mesmo, é também a sua marca de vinhos topo de gama. Lançada em 2012 com um branco e um tinto da colheita de 2010, agora é a vez de chegarem ao mercado as referências de 2011. Se estes néctares já conquistaram a crítica e os consumidores, a expectativa recai agora para o (novo) Carvalhas Tinta Francisca Tinto 2011, um monocasta que encerra uma trilogia de luxo com a assinatura do enólogo Jorge Moreira.

Divulgação: Carvalhas Tinta Francisca 2011 - Novidade nos topos de gama da Real Companhia Velha - reservarecomendada.blogspot.pt

Páginas mais Populares em Fevereiro de 2014

Os artigos mais populares no mês de Fevereiro de 2014 foram:

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