Tendo por base um lote com Arinto, Antão Vaz, Verdelho e Viognier, a única casta característica da região é o Antão Vaz que parece ter sido usada para manter a identidade da região enquanto as outras castas lhe emprestam um pouco mais acidez e complexidade. A intenção foi bem conseguida e no copo apresenta-se dourado pálido com aromas frutados, na boca apresenta-se ligeiramente vegetal e com uma acidez contida mas presente. Nota-se a juventude e embora já dê bastante prazer a beber acho que ainda vai melhorar durante os próximos meses. A relação qualidade-preço é francamente boa como de resto é habitual nos vinhos da João Portugal Ramos
O vinho provado foi gentilmente oferecido pelo produtor.
Sem comentários:
Enviar um comentário